Saiba como o Seguro Paramétrico da Sombrero protege contra os impactos das geadas no milho safrinha e no trigo. Confira!
No campo, o clima é quem dita a produção. Ele está relacionado ao manejo, à época de plantio, à colheita, aos tipos de culturas que serão plantados, e, claro, também aos resultados da safra. O milho safrinha e o trigo são dois exemplos de como o clima dita a época de produção.
Essas culturas, fundamentais para a agricultura brasileira, dependem de condições climáticas favoráveis para atingir bons níveis de produtividade. No entanto, também são as que mais sofrem com variações do tempo, como secas prolongadas, chuvas excessivas ou geadas, fatores que podem comprometer toda uma safra.
Milho safrinha: uma safra importante para setores como agropecuária, indústria alimentícia e petroquímica
O milho safrinha, também chamado de segunda safra, é cultivado logo após a colheita da soja, aproveitando o mesmo solo e os recursos hídricos remanescentes do verão. A cultura ganhou destaque nas últimas décadas e hoje representa a maior parte da produção nacional de milho, especialmente nas regiões Centro-Oeste e Sul do país.
Porém, essa segunda safra está mais exposta às incertezas do clima. O plantio tardio, realizado após a colheita da soja, reduz o tempo disponível para o desenvolvimento das plantas e aumenta o risco de déficit hídrico e temperaturas elevadas durante o período de enchimento dos grãos. Além disso, a depender da região, o milho safrinha pode enfrentar frentes frias e geadas precoces, comprometendo o rendimento e a qualidade da colheita.
De acordo com a Embrapa, um bom manejo é fundamental para reduzir esses riscos, o que inclui desde a escolha da semente até a época de plantio. Mas nem sempre o produtor pode controlar o que vem do céu. Por isso, uma ferramenta de segurança é indispensável, e o seguro paramétrico, em especial, representa uma alternativa que oferece agilidade e previsibilidade em caso de adversidades climáticas.
Trigo: cultura estratégica para diferentes setores, mas bastante sensível ao clima
O trigo é outra cultura de grande importância para o agronegócio brasileiro, especialmente nas regiões Sul e Centro-Oeste. O trigo é plantado preferencialmente no inverno, aproveitando as temperaturas mais amenas e períodos de menor incidência de chuvas.
No entanto, o clima instável também representa um desafio. Chuvas em excesso durante a fase de espigamento ou colheita podem causar acamamento, provocado por fatores como vento, chuva forte e granizo, dificultando a secagem dos grãos e favorecendo doenças fúngicas. Já as geadas e o déficit hídrico nas fases iniciais podem reduzir o número de espigas e afetar a produtividade da safra.
Por depender tanto das condições climáticas, o trigo é uma das culturas que mais se beneficiam de mecanismos de proteção como o Seguro Paramétrico, um produto moderno e eficiente para proteger o produtor rural contra riscos climáticos.
O que é o Seguro Paramétrico da Sombrero e como ele funciona
O Seguro Paramétrico é um modelo de proteção baseado em indicadores climáticos mensuráveis, como volume de chuva e temperatura. Em vez de avaliar perdas diretamente na lavoura, o seguro é acionado automaticamente quando um parâmetro previamente definido em apólice é atingido, por exemplo, quando o acumulado de chuva fica abaixo do limite esperado para determinada região e período.
Essa estrutura permite pagamentos rápidos, sem necessidade de vistorias, reduzindo a burocracia e garantindo que o produtor receba a indenização no momento em que mais precisa. Além disso, traz transparência e previsibilidade: o agricultor sabe desde o início quais são os gatilhos e condições que acionam o seguro.
Por que o Seguro Paramétrico é ideal para o milho safrinha e o trigo
Essas duas culturas têm uma característica em comum: alta exposição ao risco climático. No milho safrinha, o principal desafio é a falta de chuva no período de enchimento dos grãos; no trigo, são as geadas e as chuvas excessivas na colheita.
O Seguro Paramétrico é ideal porque pode ser ajustado para monitorar exatamente essas variáveis críticas, cobrindo períodos e condições específicas de cada lavoura. Entre os principais benefícios estão:
- Rapidez no pagamento: como o seguro é disparado automaticamente pelos dados climáticos, o produtor recebe a indenização muito mais rápido.
- Menos burocracia: dispensa vistorias e análises de campo demoradas.
- Transparência e previsibilidade: os gatilhos são claros e objetivos.
- Proteção sob medida: o modelo pode ser adaptado à região, tipo de cultura e fase mais sensível do cultivo.
- Complementaridade: pode ser usado junto com outros seguros ou práticas de manejo sustentável, formando uma estratégia completa de mitigação de risco.
Outro risco coberto pelo Seguro Paramétrico da Sombrero é a geada, um evento temido pelos produtores pelo impacto e pela dimensão das perdas que pode provocar. A seguir, explicamos como a geada pode comprometer os resultados de uma safra.
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O risco da geada no milho safrinha e no trigo
A geada representa um dos maiores riscos climáticos para culturas como o milho safrinha e o trigo, especialmente em regiões e épocas em que a temperatura cai significativamente. No milho safrinha, as baixas temperaturas e o risco de geada tornam-se mais críticos conforme o outono avança e o ciclo da planta se alonga, sobretudo nos estados do Paraná e São Paulo ou em áreas de altitude elevada.
A partir do momento em que o milho se aproxima das fases de enchimento dos grãos, temperaturas noturnas muito baixas, por exemplo, podem prejudicar a fotossíntese, reduzir o acúmulo de radiação solar e, entre outros impactos negativos, retardar ou comprometer a qualidade do grão.
No caso do trigo, a Embrapa alerta que os estágios de espigamento e florescimento são particularmente sensíveis às geadas. Geadas ocorrendo nestes estágios podem levar a falhas de granação, morte de espigas ou danos visuais que antecipam perdas de rendimento. Para se ter uma ideia, em lavouras de trigo atingidas por geada durante a antese (fase de floração da planta), pode não haver formação de grãos, tornando o impacto muito severo.
Vale destacar também que o planejamento da época de semeadura é uma das estratégias mais eficazes para mitigar esse risco. No milho safrinha, por exemplo, há orientação de iniciar a semeadura o mais cedo possível dentro da janela recomendada, para evitar que o final do ciclo coincida com períodos de geadas ou temperaturas muito baixas. No trigo, o Zoneamento Agrícola de Risco Climático (ZARC) define para cada região os períodos mais seguros para semear, de modo a reduzir a probabilidade de ocorrência de geadas no espigamento ou durante a floração.
O clima segue sendo um desafio
O clima continuará sendo um fator determinante no sucesso de qualquer safra. Mas, enquanto o produtor não pode controlá-lo, pode se proteger de seus efeitos. O Seguro Paramétrico da Sombrero representa uma inovação na forma de gerir riscos no campo, oferecendo segurança financeira, previsibilidade e agilidade. Para culturas sensíveis como o milho safrinha e o trigo, essa solução não é apenas uma opção moderna: é uma ferramenta essencial para garantir estabilidade e continuidade na produção agrícola.
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